segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

Bambu-Mossô.






Mossô (Phyllostachys edulis) é um tipo de bambu de caule curvilíneo, originário da China, onde é a espécie mais cultivada. Veio para o Brasil durante a colonização, razão pela qual pode ser encontrado em muitos lugares do país, ainda mais considerando que se adapta aos mais diversos climas e altitudes. Sua floração dificilmente pode ser vista. Nesta espécie, ocorre a cada 67 anos. Algumas outra espécies demoram mais de cem anos. Logo após sua floração, todo o bosque ou touceira morre por gastar todos seus nutrientes.Esta planta começou a ganhar destaque nos anos 90, quando foi introduzido na decoração e nos jardins brasileiros.






Sua forma elegante e sinuosa não é natural, sendo obtida através de técnicas especiais e da arte de mãos humanas. E são justamente estas curvaturas do caule que são apreciadas por lhe darem uma aparência de “escultura”.






O bambu-mossô prefere solos bem permeáveis e férteis, principalmente quando novos. Desenvolve-se melhor a sol-pleno e tolera interiores, desde que bem iluminados. As regas devem ser semanais.Adube-o a cada três meses com NPK 10-10-10 e intercale com adubação orgânica, que pode ser de húmus de minhoca. Siga sempre as instruções das embalagens de adubo, pois seu uso em excesso também é prejudicial às plantas.






domingo, 19 de fevereiro de 2012

Árvore da Felicidade.



                                                   


Esta é uma planta originária da Polinésia que tem que ser plantada “macho-fêmea”, pois trocam gametas entre si; este hábito de sempre plantar essas duas plantas juntas seria para atrair boa sorte. Elas são espécies diferentes do mesmo gênero e ambas pertencem à família das araliáceas. A principal diferença entre elas é que a Polyscias fruticosa (fêmea) apresenta folhas recortadas em pequenas partes, bem afinadas, e a Polyscias guilfoylei (macho) possui folhas compostas, com uma cor verde mais intenso que a “fêmea”, lembrando a forma das folhas da salsa.
Embora o nome popular dessa planta faça-nos pensar em uma árvore, devido a seu porte máximo de cinco metros ela é mais corretamente classificada como um arbusto, podendo ser cultivada em lugares sem muito espaço.



Elas podem ser cultivadas com sucesso mesmo em apartamentos, pois gostam de muita claridade, mas sem sol direto. Além disso, sua folhagem se desidrata com facilidade quando exposta ao vento. Plante a muda num vaso de bom tamanho (cerca de 30 cm de diâmetro e 50 cm de altura), para que a planta possa se desenvolver durante um bom tempo sem precisar de transplante.
Devemos regar essa planta regularmente, aumentando a dosagem em épocas mais quentes, mas sem encharcá-la. Anualmente, de preferência após o término do inverno, devemos adicionar um pouco de adubo NPK de valores equilibrados ao solo no intuito de garantir que a planta não sofra a falta de nenhum nutriente.
Pode-se fazer esporadicamente podas de formação nesse arbusto para controlar sua estatura máxima, principalmente na árvore da felicidade macho que costuma passar dos três metros, não cabendo assim dentro de casa. Devemos sempre que ao podar nossas plantas utilizar instrumentos de qualidade e pensarmos bem antes de fazer os cortes.




                  



Planta Carnívora- Dionaea.








Plantas carnívoras são plantas entomófagas com a habilidade de capturar insetos e animais e, através de enzimas digestivas, extrair compostos nitrogenados para seu próprio aproveitamento. São normalmente habitantes de solos pobres e encharcados, com pouca disponibilidade de nitratos, essenciais para a síntese da molécula de clorofila, dependendo assim do nitrogênio contido nas proteínas dos animais.







As plantas carnívoras são nativas da faixa tropical, ocorrendo no Sudeste Asiático, América e Austrália, umas poucas no sul da Europa e África, muito embora existam gêneros ou famílias inteiras adaptados ao clima temperado. A mais comum é a Dionaea, que tem armadilhas em forma de "jaula" e por isso são as mais famosas, por serem a própria representação da ação carnívora por meio de vegetais. As folhas são modificadas em duas metades com gatilhos no interior. Quando os gatilhos são tocados por presas potenciais, as metades da folha se fecham em incríveis frações de segundo, esmagando a presa e digerindo-a.








sábado, 18 de fevereiro de 2012

Musgo espanhol ou barba-de-velho





O Musgo espanhol, ou como é mais conhecido no Brasil, barba-de-velho é muito semelhante a  líquen.Esta é uma planta com flor (angiosperma) da família das Bromeliaceae, bromélias , que vive em galhos de árvores em pleno sol ou sombra parcial. Vive nos EUA à Argentina. Foi erradicado de suas regiões nativas por ser fresco e assim usado para encher colchões na década de 1930. Ela não tem raízes e flores são muito pequenas e raramente floresce. Ela se espalha principalmente pelo vento e se mantém em outras árvores, ou transportadas por aves como material para fazer ninhos. 






Por se alimentar pelos nutrientes do vento  e umidade do ar não é necessário o regamento,mas pode ser feito duas vezes por semana por borrifamento.Quando não se alimenta durante algumas semanas, hiberna até que volte a ter alimento. Deve ficar pendurada pois não tem raiz. Além de crescer rápido podendo chegar a 6 metros também é ótima para decorar ambientes pois combina com qualquer um.